Nota sobre o texto: antes de o lerem, aviso de que contém expressões, ou conteúdos, de natureza sexual!
Ao chegarem à praia, local onde Pedro tinha planeado levá-la, já que aquele tinha sido um lugar visitado várias vezes, anteriormente, enquanto ainda andavam na fase da conquista mútua, para passearem depois do almoço, procurou de imediato estacionar o carro no sítio mais deserto que conseguiu encontrar. O ponto escolhido era meio escondido, distante ainda do acesso principal e aquela praia já tinha conhecido melhores dias em relação aos utilizadores. Eles ficaram um pouco ocultos pelas ervas altas das dunas e já estavam demasiado aquecidos, excitados e loucos para que se pudessem, sequer, arrepender... Maria quase que nem dava tempo a Pedro para desligar o carro e saltou de imediato, em êxtase, para cima dele, para o seu colo! Beijou-o de uma forma tão intensa que lhe permitiu sentir-lhe a língua, muito quente e encarniçada, a invadir-lhe a boca. Enquanto isso, enquanto se deixa controlar por Maria, por baixo do vestido, agarra-a pelas nádegas e puxa-a para ele, para que ela pudesse sentir a força da sua excitação, da sua vontade de a ter, do seu desejo por ela… e foi nesse momento que Maria, ao sentir o apertão respirou de forma mais ofegante! Agarrou-o pelo colarinho da camisa e puxou-o ainda mais para ela para lhe desapertar a camisa, atirando com um botão contra o vidro. É nesse momento que Pedro toca-lhe no sexo, deixando-a ainda mais “tesuda”!- Hummm… é delicioso poder sentir-te já tão húmida – diz Pedro.
- Toca-me, Pedro, faz-me vir como só tu sabes – implora Maria. No entanto, ele desiste, por momentos, de lhe explorar o sexo porque quis primeiro atacar-lhe as mamas!
- Calma, quero primeiro deliciar-me com o teu corpo incrivelmente belo – diz ele. – Hoje estás deslumbrante! Quero deliciar-me nos teus seios rijos e fartos!
Desabotoa os botões de cima do vestido rapidamente e, mesmo sem lhe desapertar o soutien, tira-lhe os seios para fora, agarra-os e aperta-os. Ela ia gemendo de excitação, de tesão, enquanto ele os beijava, lambia, mordiscava os mamilos e se deliciava com aqueles dois pedaços de carne gelatinosos e voluptuosos. Pedro sabia exactamente como a excitar, com a intensidade e sensibilidade adequadas, não se concentrando apenas nos mamilos e bicos já erectos mas, igualmente, na zona inferior do seio. Maria rodava a cabeça e atirava-a para trás, de tão perversa e excitada que estava. Pedro acompanha estas carícias com beijos! Muitos beijos espalhados com um rasto que assiste a orientação das meiguices e as completa. Nesta altura, já ela lhe tinha tirado o membro duro e latejante para fora das calças e ia fazendo movimentos constantes mas sôfregos e ansiosos de prazer.
Enquanto com uma mão lhe puxa pela nuca até ele, a sua boca até à boca dele, com a outra começa a massajar-lhe o clítoris, alternando de forma deleitosa, lenta e coordenada com movimentos rápidos, directos e decisivos, e ela não demorou nada até se vir num orgasmo duplo, forte, violento, ao sabor dos seus dedos, enquanto estes tinham passado penetrá-la e acariciavam-na em cursos inesperados. Pôde sentir-lhe as contracções no momento em que lhe pressionou, com a palma da mão, o Monte de Vénus e os dois dedos lhe estimulavam directamente no seu ponto G. Maria não perde tempo e, logo de seguida, ajeita-se, enquanto se oferece, para melhor poder encaixar nele. Pedro desloca-lhe as cuecas para o lado e Maria orienta-lhe o membro para ser penetrada! Eis que, finalmente, ele sente-se a entrar dentro dela e solta um suspiro! Numa penetração forte, entra todo dentro dela, sem avisos, num movimento decidido. Ela solta de imediato um gemido, de prazer, não de desconforto, e treme de exaltação. Sente-o entrar completamente, sente-se preenchida, estava louca de desejo e o cenário era excitante; alguém podia vê-los! Mas o desejo sexual falava mais alto.
Ele também a queria, ali, pouco lhe interessava se alguém os pudesse apanhar a quase morrerem de prazer. O seu corpo queria o corpo dela, pedia vivacidade na satisfação do desejo e o seu sexo estava faminto, com uma louca vontade de a comer, de tanto prazer que sentia. Com movimentos vigorosos, entrava e saia de dentro dela, ansiosa e excitada que estava, claro, sentindo-o como se da primeira vez se tratasse, experimentando agora uma penetração mais profunda, embora, de forma ritmada. Finalmente, numa instigação sincronizada, atiram-se para um orgasmo violento! Sentem os corpos explodirem, um gozo provocado por ondas incontroláveis de prazer, que não conseguiam parar, como se quisessem prolongar aquela incrível sensação o mais possível. As suas respirações confundiam-se, aspiravam o ar um do outro, tocavam-se e gritavam como se alimentassem todo o ânimo, com a certeza de que, naquele momento, eram apenas um do outro. Foram das sensações mais intensas, exuberantes e loucas que ambos já puderam sentir nos seus íntimos encontros!

2 comentários:
Palavras para quê?
Palavras que nos deliciam a cada pedaço de história...
E Histórias que nos encantam com o baile das suas palavras!!!
Muito bom!
Venham mais episódios!!
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